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quarta-feira, 3 de setembro de 2008

VIAGEM DE TREM / PAGODA DO GRANDE GANSO BRANCO / SHOPPING
Dia 6, de Luoyang a Xian, trem rápido (mas saiu com atraso de 1h40 devido a chuvas fortes em outra cidade no caminho. Trem antigo, que deve ter sido chique em sua inauguração, tem até tapetes finos no corredor. Um dos últimos trens de 2 andares, luxo. No trem um poema de HuJinTao sobre ter orgulho em servir ao país, às pessoas e à cultura, dentre outros.
Elisa me deu uma folha de Sudoku.
Cemitérios ao longo das vias, com túmulos (tablets) aqui e ali, próximo à faixa de domínio do trem. Carvão, muito carvão e poluição de chaminés enormes por toda parte.
Pagode do Ganso Branco é o mais famoso pagode da China. Tem mais de 40 monges. 1300 anos atrás , a China era mais poderosa Mandaram um chinês estudar na índia por 17 anos, aprendendo o budismo. Horse eaten by tiger. Monk just walk. Quando voltou, virou primeiro líder do templo, que ainda não estava concluído. Durante 12 anos traduziu 657 livros do sânscrito.
Em Xian, na cidade, me separei do grupo. Fui ao shopping, entrei em lojas de rua, mas nada de achar o tênis Nike que a larissa queria. De vez em quando cruzava com alguém do nosso grupo. Havia muitos mendigos, com feições mongóis.
As avenidas largas são ligadas por túneis subterrâneos. Tudo limpo e bonito. Em Xian é fácil se imaginar morando. Beijing, comparativamente, parece mais teatro, cheio de maquiagens escondeno a pobreza e muito capital estrangeiro. Já Luoyang, tinha extremos chocantes, onde parte da cidade parecia cidade fantasma.
À noite Hot-Pot. Cada um faz sua porção num fondie. Queimei meu braço numa cicatriz de quase 4 cm.

QUARTO DIA – LUOYANG
GRUTAS LONGMEN / TEMPLO DO CAVALO BRANCO
No quarto dia ficamos no hotel Jinling, 5 estrelas. Futurista, estilo espacial. Em Luoyang é patente a diferença entre pobreza e riqueza. Ao se chegar na estação de trem e arredores, a cidade pobre salta aos olhos. Ao ir em direção ao bairro do hotel, surge uma nova Luoyang, de enormes e modernos prédios.
Quando notam que você se esforça por conhecer e respeitar algo da cultura deles, o sorriso é redobrado. Falar algumas frases em chinês ou mesmo respeitar alguns costumes tradicionais como entregar envelopes e cartões com ambas as mãos, é visto como respeitoso. Quando fui comprar o livro do templo, havia dois monges que só falavam chinês. Após perguntar “duo shao tien?” e ouvir do monge “Liu Shi Ba” já com cara de meio espantado, respondi com gestual correspondente aos números (O livro do White Pagoda por 68y). Ambos os monges sorriram um ao outro e para mim. Foi legal. Compras: um pegador de chá, esculpido em forma de cabeça de dragão, por 30y.. Após almoço, um sorvete de milho, caro, por 15y. Scatena se assustou mas também tomou um.
Ainda no quarto dia, após templo do cavalo branco, grutas Longmen.

TERCEIRO DIA – BEIJING
MERCADO DE PÉROLAS / PALÁCIO DE VERÃO / TORRE DO TAMBOR / HUTONG
TREM BEIJING / LUOYANG
No terceiro dia tivemos uma pancada de chuva forte mas como fomos às compras no mercado de pérolas, não fomos prejudicados. Logo o tempo voltou ao normal, cerca de 38 graus Celsius e o bafo do dragão para respirar. Em seguida fomos ao palácio de verão.
Visitamos a cidade proibida entrando pelos fundos, portão Shenwumen, ao norte. Passamos pelo portão Shunzhenmen, sem atravessá-lo, virando à direita (noroeste) entrando pelos corredores até passar ao largo dos palácios Chanchungong, Tiyuandian, Taijidian e yangxindian. Vimos o palácio Baohedian fechado, em obras, e seguimos em direção ao portão Wumen, entrada., e de lá para a praça da paz celestial, Tianamen.
O trem de Beijing para Luoyang, K269, tem três classes. A primeira, onde ficamos, tem dois níveis de camas “macias”. A segunda, três níveis de camas duras. A terceira são bancos duros, para se viajar sentado. Banheiro só fica aberto quando o trem está em movimento. Todos os trens iniciados pela letra K tem ar condicionado (ufa!). Fiquei numa cabine/quarto com o Scatena, o agente de turismo "Richard" (os chineses adotam apelidos em inglês para facilitar nossa memorização e pronúncia) e um chinês desconhecido.